Vida.

“Por isso eu prefiro os sorrisos e os presentes que a vida trouxe pra perto de mim!”

É isso.

A gente não escolhe, não merece, só recebe e agradece.

É graça, de graça.

A gente não muda, não explica, só sente e cuida.

É presente, eterno.

A gente às vezes cansa, tem trabalho, fadiga.

É família, inegociável, forte, presente.
Vê como eles são diferentes? Cada um deles?
Personalidades, sonhos, reações, expectativas, objetivos, sentimentos, pensamentos, caráter, profissões, intelectos distintos e tão únicos, tão ímpares, tão singulares!
Mas vê que eles têm algo grande em comum?
O sorriso, a alegria, o barulho, a loucura, o alvo, o sentido.
Observa que é sobrenatural unir todos eles em um só propósito?
Iluminar, resplandecer, levar alegria, sabor e vida; mesmo sendo tão diferentes uns dos outros, unidos, eles fazem a diferença com igualdade, sinceridade, amor, esperança e fé!
Eles dão trabalho às vezes, sabe? Crianças que precisam ser guiadas pelo caminho; adolescentes que precisam ser “entendidos”; jovens que precisam de espaço; adultos que precisam ser ouvidos e às vezes até senhores que precisam de um carinho sincero. Eles são muitos em um só, são intensos e às vezes é difícil acompanhar o ritmo deles, mas são plenos com o que os torna irmãos.
Eles sabem quem são e o que devem fazer.
Eles sabem porque estão aqui e o que os torna um corpo com cada membro ajustado.
Eles sabem que no fim, ser imagem e semelhança do pai, nos faz irmãos, iguais e agraciados pelo mesmo motivo: amor.
O que talvez eles não saibam é que me orgulha muito ter uma família tão grande e cheia de diversidade; é que ser chata às vezes faz parte do meu papel na família e da minha função no corpo; é que eles são um presente maravilhoso que ganhei há alguns anos; é que eles me ensinam tanto e tem me feito tão realizada e feliz a cada dia.
É a minha família.
Sabe, eu não escolhi uma igreja, eu não escolhi um ministério, eu não escolhi uma denominação, eu não fui atraída por usos e costumes, eu não me seduzi com músicas ou danças.
Eu ganhei um presente e na verdade o recebi com certo receio e algumas dúvidas, mas não se trata de vontades e sim de entrega, aceitação, gratidão.
Acontece de dentro pra fora, é natural e sublime.
Você não pode escolher em que família vai “nascer”, entende?
E se você veio à vida faça dela um presente à outra.
Não é sobre ter, é sobre ser.
É humano, mas é também espiritual.
Eles sabem como termina o texto!
“Seja luz, seja sal, seja você versão original!”
Que o nosso tempo nesse trem-bala seja tão marcante e singular quanto a velocidade em que nos movemos nele.

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